ANDRÉ REIS É ITUANO MAS MORA NOS ESTADOS UNIDOS. ELE DIZ QUE MAIORIA DOS BRASILEIROS NO ESTÁDIO SERÃO TURISTAS E NÃO COMPATRIOTAS QUE MORAS NOS EUA
Morando nos Estados Unidos desde 2018, o ituano André Reis acompanha de perto a movimentação provocada pela Copa do Mundo de 2026. Filho de Jair Reis, ex-atleta do Ituano FC, e irmão de Resi, ele destaca que o clima do Mundial já tomou conta de cidades como Orlando, onde a comunidade brasileira se organiza para acompanhar os jogos da Seleção.
Segundo André, cerca de 15 restaurantes
brasileiros instalaram telões para transmitir as partidas, transformando os
estabelecimentos em pontos de encontro para os torcedores. Mesmo com a cobrança
de ingressos para acesso a alguns desses locais, a procura tem sido grande.
“O valor é muito alto para a maioria das
pessoas. Em alguns casos, equivale ao aluguel mensal de um pequeno apartamento
na região”, observa.
Diante dos preços considerados proibitivos,
muitos torcedores optam por acompanhar as partidas em casa ou em bares e
restaurantes, reunindo familiares e amigos para viver a atmosfera da Copa com
um custo bem menor.
Mesmo assim, o entusiasmo pela Seleção Brasileira segue em alta. André relembra as experiências vividas em Copas anteriores, desde o tetracampeonato de 1994, quando participou da decoração de ruas e casas, passando pela frustração da derrota para a França em 1998 e pelo pentacampeonato conquistado em 2002, quando madrugava para assistir aos jogos.
Agora vivendo em um dos países-sede do
Mundial, ele mantém o otimismo em relação ao desempenho do Brasil.
“Continuo com a esperança de ver o Brasil chegar novamente a uma final e conquistar mais um título. Sei que o caminho é difícil, mas acredito que não é impossível, desde que a equipe apresente dentro de campo o futebol que se espera dela”, conclui.



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