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NOS 90 ANOS DA COPA DO MUNDO, TORCEDORES COMENTAM MOMENTOS MARCANTES


AO MOMENTO DO ESPORTE, ENTREVISTADOS FALARAM SOBRE PARTIDAS MARCANTES

Por Daniel Nápoli

Nesta segunda-feira (13), a Copa do Mundo da FIFA de Futebol masculino completa 90 anos de existência. Há nove décadas, tinha início da primeira edição do mundial, no Uruguai.

Desde então, muita história foi escrita, com grandes vitórias e derrotas, sendo Uruguai (1930 e 1950), Itália (1934 e 1938), Alemanha (1954, 1974, 1990 e 2014), Brasil (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), Inglaterra (1966), Argentina (1978), França (1998 e 2018) e Espanha (2010), os países do seleto grupo de campeões.

Para celebrar a data, o Momento do Esporte entrevistou quatro torcedores, que comentaram qual foi a partida mais marcante para eles em Copas do Mundo.

Confira abaixo os depoimentos!

Vander Luiz Rosa , 53 anos, jornalista e radialista
“Copa do Mundo tem vários jogos que marcam, desde derrotas e vitórias. Derrotas às vezes até mais profundamente. Para mim o jogo que tenho mais recordação de Copa do Mundo é exatamente Brasil x Itália. Aquela seleção de 82 que começou empolgando e teve vitória em cima da Argentina (3x1).

Aquele jogo contra a Itália, um jogo em que a gente tinha uma grande confiança e o Brasil acabou perdendo por 3x2, o carrasco Paolo Rossi (autor dos três gols).

 Esse jogo é uma recordação triste da Copa do Mundo, mas é uma coisa, que, a seleção foi eliminada da Copa da Rússia (em 2018), teve 7x1 diante da Alemanha (em 2014), mas a Itália ganhando do Brasil 3x2, com aqueles gols do Paolo Rossi doeram muito mais. As recordações que a gente tem são fortes. Apesar de ter
acompanhado a seleção levantar o caneco em 94, depois em 2002, aquele Brasil x Itália marcou mais”.

Jéssica Corsi, 33 anos, jornalista
“Eu, particularmente, amo a Copa do Mundo de Futebol. Gosto de assistir por prazer, por amor ao futebol e é claro, para admirar nossos compatriotas em campo.

Tenho dois momentos inesquecíveis em Copa do Mundo mais precisamente, jogos da seleção brasileira.Em 1994, no dia 17 de julho, me lembro da final emocionante e inesquecível de Brasil x Itália. Eu tinha sete anos, me lembro como hoje, ambas as equipes estavam em busca do tetracampeonato Mundial, o que iria render a hegemonia do futebol.

 O mais emocionante é ter “sofrido” os 90 minutos do jogo, mais os 30 minutos de prorrogação e a partida terminou em 0 a 0. A angústia e a espera para soltar o então grito “É tetra”, só aumentava, quando a decisão foi para os pênaltis. O Brasil venceu por 3x2 nas penalidades e o feito aconteceu. A primeira vez que vi meu país no topo entre as seleções. Felicidade que não cabia no peito. Me vi rouca (que agora fico sempre) pela primeira vez na vida, devido a um jogo de futebol.

Acho que isso fez aumentar essa paixão que tenho por essa modalidade esportiva. Ainda me sinto privilegiada em ter visto o feito se repetir, em 2002, e a felicidade em ficar rouca mais uma vez, mas desta vez, o grito foi do penta”.

Paulo Victor Sorrentino, 29 anos, auxiliar de cozinha e estudante de Direito
“Nascido em Buenos Aires (Argentina), comento sobre a cena mais impactante que presenciei em uma Copa do Mundo torcendo pelo meu país.Obviamente desde 1993 não soltamos o grito de campeão (em competições oficiais), um jejum longo desde então. Por ter nascido em 1990 não tive a oportunidade de assistir conquistas épicas da seleção da Argentina, porém vivenciei, assisti e comemorei a cena mais impactante na minha vida.

Seria muito óbvio a final da Copa do Mundo de 2014, entre Argentina x Alemanha,  mas realmente foram os pênaltis nas semifinais contra a toda poderosa  Holanda, vice em 2010. Era um sonho tanto para mim como para meus cinco irmãos (risos) ver a nossa seleção indo para uma final de Copa.

Assistimos todos juntos na sala de estar e tivemos o prazer do goleiro Romero fazer as defesas mais incríveis da história da Argentina em Copas do Mundo. Foi emocionante ouvir a narração do Cléber Machado (TV Globo) : “Peeegaaaa Romeeeeero!!!”.

Melhor sensação foi ver a cobrança do Maxi Rodriguez, que por pouco não errou, levando a Argentina para a final da Copa.”

Beatriz Pires, 23 anos, jornalista
“A primeira Copa do Mundo que tenho algumas lembranças é a de 2002. Quando o Brasil foi campeão mundial pela última vez, eu tinha apenas 5 anos. Não lembro muito bem dessa conquista, mas lembro da felicidade de sair na rua com a camiseta do Brasil, comemorando o título.

 Mas um jogo inesquecível – apesar do resultado não positivo para a nossa seleção – foi Brasil x França, pelas quartas de final da Copa de 2006, na Alemanha. Por ainda ser criança, minhas expectativas eram muito altas em relação a essa Copa, já que tínhamos ganhado a anterior. Ouvia falar que tínhamos o melhor elenco, que ninguém tinha chance com esse time. Ouvia que estava fácil e que seríamos campeões de novo. Obviamente acreditava.

Com certeza aquele não foi o melhor jogo de Copa do Mundo. Mas acredito que foi inesquecível justamente porque torci muito, vibrei a cada passe e acreditei até o último minuto, mesmo que o time não estivesse mostrando todo o potencial que tinha. Aquele 1x 0 e, consequentemente, a eliminação da competição, foi minha primeira decepção (de muitas) com a seleção brasileira, mas, mesmo assim, tem um lugar especial na minha memória.”

Fotos – Arquivo pessoal



Moura Nápoli

Moura Nápoli

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