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DOM DIVINO NO TRATO DA BOLA

DOMINGOS DA GUIA E ADEMIR DA GUIA, EXEMPLOS DE HERANÇA FUTEBOLÍSTICA DE FAMÍLIA

Um dos grandes exemplos que o dom passa de pai para filho é Domingos da Guia, o Divino Mestre e Ademir da Guia, o Divino.

Apesar de não jogarem na mesma posição, o talento é o mesmo e ambos foram – e são – reverenciados até hoje como verdadeiros craques de bola.

Jogando evidentemente em tempos distintos cada qual marcou a história do futebol brasileiro de forma brilhante.

Há quem afirme com convicção que Domingos Antonio da Guia (Rio de Janeiro, 19 de novembro de 1912 – Rio de Janeiro, 18 de maio de 2000) foi um dos melhores zagueiros de todos os tempos no futebol brasileiro.

Foi revelado no Bangu/RJ onde marcou história. Jogou também por Vasco, Nacional do Uruguai, Boca Junior da Argentina, Flamengo e Corinthians e foi ídolo por onde passou.

Sua característica mais marcante era sair de sua are, driblando os atacantes adversários com extrema categoria e sem perder o lance. Jogou uma Copa do Mundo (1938) ficando em terceiro lugar. Foi campeão da Taça Rio Branco (1931 e 1932) e da Copa Roca (1945) pelo Brasil, além de inúmeras conquistas clubísticas.

Morreu aos 87 anos, no Rio de Janeiro, após internação em um hospital do Rio de Janeiro, de derrame.

Seu filho Ademir da Guia é o ídolo maior da Sociedade Esportiva Palmeiras. Herdou o pai a classe e o perfeito domínio de bola, mas diferente de Domingos, atuou do meio de campo para frente e brindou seu clube, 

Curiosidades

Domingos – • Tem seu nome eternizado na letra do Hino do Bangu • Quando foi contratado pelo Nacional, não foi bem recebido. Os uruguaios diziam que quem tinha Nasazzi, não precisava de outro zagueiro. Quando saiu, os uruguaios disseram que com Domingos, aprenderam o verdadeiro significado da palavra zagueiro. • Seu irmão, Ladislau da Guia é, até hoje, o maior artilheiro da história do Bangu, com 215 gols.

Ademir – • Profissionalmente só jogou por Bangu e Palmeiras, além da Seleção Brasileira. No Palmeiras foram mais de 16 anos. • Com 902 jogos é o jogador que mais vestiu a camisa do palmeiras na história. • É tido como um dos jogadores mais injustiçados da história, pois ao longo de toda sua extraordinária carreira só foi convocado 14 vezes para a seleção e disputou apenas uma partida em Copa do Mundo, em 1974, e ainda atuando apenas 45 minutos. • Foi cinco vezes campeão Brasileiro, cinco vezes campeão Paulista e outros tantos títulos nacionais e internacionais. • Tem um busto na sede da sociedade Esportiva Palmeiras.

Moura Nápoli

Moura Nápoli

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